O âncora do JN questionou o candidato sobre a contradição do PSDB em levantar a bandeira contra corrupção, mas mantem dentro da sigla políticos envolvidos em escândalos de corrupção, como Aécio Neves e Eduardo Azevedo.
Imediatamente, Alckmin saiu em defesa: “Primeiro, o Aécio não foi condenado, ele está sendo investigado. Nós não passamos a mão na cabeça de ninguém, quem erra deve pagar. Eduardo Azevedo já está afastado da política a muito tempo”, respondeu Alckmin antes de ser interrompido por Bonner.
O jornalista insistiu na pauta e questionou se o candidato não sente “nenhum constrangimento” em manter estes políticos de atitudes suspeitas na sigla. Após tentativas complicadas de respostas, Bonner preferiu encerrar o assunto sobre a corrupção que, de acordo com ele, gera muita polêmica no Brasil.
Os dez minutos finais do debates trouxeram temáticas como Segurança Pública, apoio à Fernando Collor de Melo, Mobilidade Urbana e Habitação. As respostas e perguntas se misturavam em falar entrelaçadas e sobrepostas umas nas outras. Por muitas vezes o candidato era cortado pelos jornalistas e vice e versa.
Ao fim, Alckmin conclui: “O Brasil que quero pro futuro é um pais de oportunidades pra todos. O Brasil tem pressa e precisa mudar e nós vamos fazer as mudanças que ele precisa e não deixar ninguém para trás”.

